
Quem me dera ser como o vento.
Com seu sopro sutil, que voa libertamente,
Arrasta as folhas mortas pelo chão
Abranda o halíto quente do verão
Vento ingenuo, as vezes tempestivo.
Ser o vento que entra no teu quarto,
Abre tuas janelas, espalhas teu cheiro.
Enche teus olhos , fala aos teus ouvidos.
Faz correr teu sangue,
Voa em teus pés, afaga teus sentidos.
Quero ser esse vento que na sua quietitude,
Com seu sopro sutil, que voa libertamente,
Arrasta as folhas mortas pelo chão
Abranda o halíto quente do verão
Vento ingenuo, as vezes tempestivo.
Ser o vento que entra no teu quarto,
Abre tuas janelas, espalhas teu cheiro.
Enche teus olhos , fala aos teus ouvidos.
Faz correr teu sangue,
Voa em teus pés, afaga teus sentidos.
Quero ser esse vento que na sua quietitude,
E ouve tua voz, te inspira versos ,
Que apaziguam minha alma.
Esse vento envolvendo teu corpo.
E por um minuto apenas
Em toda minha plenitude
Sentir-te junto a mim...
"Quem me dera ser como o vento", essa frase é tudo Jane, numa poesia linda onde o vento está presente em cada canto da solidão.ArnoldoPimentel
ResponderExcluirLinda postagem heim!!!!
ResponderExcluirLindo blog,um charme,rsrsrsr
Beijossssssssssssssssss